Poema para um novo amigo
CLAUDIA MARIA RIBEIRO TEIXEIRA
Quem foi o gênio que inventou o oxigênio?
E inventou a lealdade, a azaléia, o raio de sol,
o colega de trabalho, o confidente, o rouxinol?
Quem foi o craque que inventou o abraço?
Essa forma de carinho, um contato de pertinho,
que nos faz até esquecer que no mundo se é sozinho.
Quem foi o sabido que inventou o ombro amigo?
Um conselho, uma palavra, um silêncio de respeito,
que na hora mais difícil nos abriga em seu peito.
O tempo passa, passa o Natal, acaba o verão,
acaba o doce, até o amor acaba... a amizade não.
E aproveitando este poema lembrei-me agora, meu caro amigo,
que estou sentindo tua falta,
preciso muito falar contigo!